quarta-feira, 29 de junho de 2011

Eu quero ajudar!

Conheçam o Blog Eu quero ajudar! Uma ótima maneira de praticar o altruísmo:

Eu quero ajudar!: CAUSA NÚMERO 1: GÊMEOS LUCAS E VITOR: "A CAUSA Nosso primeiro caso é de bebês gêmeos, o Vitor e o Lucas que nasceram dia 18/06, num hospital do Centro de São Paulo. A famí..."

Robert Happé (legendado)

Em busca da mente serena

Texto com contribuição de Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br via site http://www.iluminaty.com.br/StoryTeller.aspx?articleID=90

"Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio e eis que a verdade se me revela".
(Albert Einstein)

"Segundo os dicionários, a ausência de barulho chama-se "silêncio", que significa paz, sossego, calma, quietude, tranquilidade. Tranquilidade, por sua vez, é sinônimo de serenidade. Dessa forma, fecha-se um círculo imaginário de conceitos afins que sintetizam uma pequena parcela da experiência humana sobre a face da Terra.

No entanto, a experiência relacionada ao silêncio não foi suficiente para despertar no homem o seu profundo significado ainda desconhecido para a maioria da população terrestre.

Confundido com inércia, solidão, escuridão, isolamento, entre outros conceitos afins, o homem de todos os tempos demonstrou medo de envolver-se naquilo que subjetivamente ele considera as "armadilhas" do silêncio, preferindo preencher a sua mente com os afazeres do dia em convívio com os ruídos que emanam do burburinho humano.

O homem civilizado, morador de grandes centros urbanos, sabe muito bem o que é viver rodeado de barulho por todos os lados. Essa condição encontra-se incorporada ao seu modus vivendi, influenciando nas relações familiares, sociais e profissionais.

Com a inexperiência na relação com o silêncio, o homem moderno perde em qualidade de vida, pois perde uma ótima oportunidade de investir em si mesmo através do autoconhecimento.

Nesse sentido, por ser inadaptado à ausência de barulho, o homem ocidental não se sente à vontade quando tem a oportunidade de voltar-se para si mesmo e estabelecer contato com a sua natureza transcendental.

O medo do silêncio, inconscientemente associado à morte, cria um tabu difícil de ser apagado do inconsciente coletivo, fazendo do cidadão urbano um dependente psíquico do barulho.

Contudo, não há condicionamento que seja eterno, pois a história da humanidade é repleta de transformações e mudanças nas áreas do conhecimento e do comportamento.

A ciência, por exemplo, já admite a influência da prece e da meditação na recuperação de pacientes em tratamento médico. A espiritualização do indivíduo, baseada em práticas que exigem a introspecção e o silêncio como forma de conectar-se às dimensões mais elevadas de nossa consciência, começa a ganhar adeptos também no mundo ocidental.

Aos poucos, o homem do terceiro milênio, desprende-se do medo de encontrar no silêncio as suas próprias verdades. De inimigo oculto que se escondia nas sombras de uma dimensão desconhecida, o silêncio surge para fazer parte da vida do homem moderno como uma necessidade inquestionável.

Da mesma foma que as pessoas falantes ou os aparelhos de televisão e rádio comunicam, o silêncio também comunica. Basta estarmos perceptivos e receptivos ao seu contato que requer uma mente quieta para elaborar as sutis informações que recebemos de outras dimensões da natureza humana.

Quando elevamos a nossa sintonia através da energia amorosa que constrói, cura e liberta, o resultado dessa atitude consciente torna-se terapêutico e de efeito relaxante.

terapia do silêncio é milenar, e os orientais sabem disso, tanto que até hoje a meditação é muito difundida entre eles. Cabe ao homem ocidental seguir o exemplo oriental adaptado ao século 21. A terapia do silêncio ensina-nos a ser mais humildes, tolerantes e verdadeiros uns com os outros, enquanto a convivência com o barulho, o frenético rítmo do cotidiano e a competitividade, influencia-nos a ser mais espertos, intolerantes e dissimulados nas relações interpessoais.

A mente serena, mesmo em meio a agitação do mundo moderno é indicativo de saúde integral, onde a espiritualização ocupa o seu espaço e qualifica a existência humana através do silêncio como inestimável aprendizado para a vida."

terça-feira, 28 de junho de 2011

Pinga Fogo 1971 Homossexualidade



O termo correto é HOMOSSEXUALIDADE. HOMOSSEXUALISMO era o termo usado para denominar a"doença" homossexual. A Organização mundial da saúde abandonou esse termo, uma vez que ser homossexual não é considerado doença já faz algumas décadas.

Esteja disposto a seguir em frente sem medo

Esteja disposto a seguir em frente sem medo, e ser pioneiro das aparentemente novas maneiras, dos novos conceitos, das novas ideias. Esteja disposto a derrubar velhas barreiras e a revelar a luz da verdade. Eu digo 'aparentemente novas' porque nada, na verdade, é novo. É só uma questão de completar um círculo; de mais uma vez encontrar sua unidade coMigo; mais uma vez aprender a andar e falar coMigo como no começo; é uma questão de renascer no Espírito e na verdade. Sinta-se crescer e expandir. Sinta-se largando o velho e adotando o novo com alegria e agradecimento. Como é glorioso o novo, como são maravilhosos os Meus caminhos! Torne-se constantemente consciente de Mim e da Minha divina presença e regozije-se, porque o Meu reino agora é realidade.   

Colaboraçao de Silvio Salzedas
Texto extraído do livro: "Abrindo Portas Interiores", autor: Eileen Caddy; Ed. Triom.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Dolores Cannon revelations New Earth Frequency ET Souls Waves

Ser Feliz



"Exitem mundos melhores, sem guerras, sem problemas; porém, só quem já é elevado, isto é, só quem já 
corrigiu todas as falhas cometidas e é uma criatura que pratica o bem, é justo, não é egoísta, nem reclama do 
que ocorre pode ir para esses mundos mais felizes..."
 
"Aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de Deus: Só podemos ir para mundos melhores se evoluirmos, 
ou seja, se não praticarmos o mal e fizermos só o bem, e numa vida só não conseguimos fazer isso; 
é preciso nascermos de novo, quantas vezes forem necessárias, para podermos corrigir o 
que fizermos de errado e aprendermos a ser bons com os outros. E isso só conseguimos por 
 meio da reencarnação..."
 
"Quanto mais informação tivermos sobre o mundo espiritual e, principalmente, quanto mais fé tivermos em Deus, 
em Seu amparo, quanto mais bondosos tivermos sido, mais rapidamente saímos do estado de perturbação..."
 
"Aquele que criou tudo e todos tem a bondade, a justiça e a sabedoria. Ele sabe o que é melhor para todos, 
mesmo que a nossa pequena inteligência e sabedoria ainda não possam compreender. Deus sabe o 
que é preciso para harmonizarmos nossa consciência, porque é ela quem nos cobra..."
 
"Quando cometemos um um ato errado no passado, em outra oportunidade de vida, não é Deus quem 
vai nos castigar e nos punir pelo que fizemos. À medida que vamos passando por novas experiências de vida, 
nossa consciência vai reconhecendo que fez algo incorreto e que precisa corrigir aquilo. Desencarnados, podemos ter 
 uma consciência muito ampla do que fizemos, e é aí que solicitamos experimentar situações em que possamos 
nos harmonizar, corrigindo nossas ações do passado. E muitas vezes passamos por uma expiação, 
quando nos recusamos a fazer o que é correto..."
 
"Quando nascemos para uma experiência de vida, temos situações praticamente decretadas para enfrentarmos; 
no entanto, nosso livre-arbítrio, que é o nosso livre poder de escolha, nos direciona a provas mais amargas ou 
mais suaves, o que só depende de nós..."
 
"Deus nunca quer nosso prejuízo. Ele não nos quer ver na miséria, senão não seria Pai bondoso e justo. 
Nascemos com o destino mais ou menos traçado. Hoje, colhemos o que plantamos em uma existência passada, 
como sempre ouvimos: "nós somos herdeiros de nós mesmos". Não podemos criticar aqueles, que na nossa opinião, 
se descuidam. Essa é a forma, é a oportunidade deles se harmonizarem e se corrigirem…" 
ps.: Trechos extraídos do livro: "O Direito de Ser Feliz",  autor: Eliana Machado Coelho/Schellida, Lúmen Editorial.

domingo, 19 de junho de 2011

Como Melhorar Relacionamentos

AJUDE A DESVENDAR COMO FUNCIONA O UNIVERSO

Adoro divagar, então resolvi criar um blog que me ajudará a divagar sobre a existência do universo. Sinceramente o objetivo final do meu blog é ser apenas uma ferramenta para divagação, ajudando a suprir a minha necessidade de expor minha idéias e troca-las com outras pessoas. Visitem meu blog e se acha-lo interessante. Participe com a suas idéias, pode ser em portugues mesmo, não tem problema. Nesta fase ainda terei tempo de traduzi-lo para o inglês.

http://help-toe.blogspot.com/

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Força de vontade de viver " você reclama do quê?"

Quão forte é a força de vontade?




















Em 1982, a estadunidense Angela Cavallo levantou um Chevrolet Impala para resgatar seu filho que havia ficado preso embaixo do veículo. Ou seja, uma mulher de tamanho médio segurou um carro de 1.350 quilos durante cinco minutos enquanto vizinhos puxavam o corpo ferido de seu filho para fora.
Todos nós já ouvimos histórias como essa antes, mas o que há de científico por trás delas? Como pode uma situação-limite, como o caso de Angela Cavallo, realmente transformar sua força de vontade em força física?
Os cientistas não são capazes de quantificar o ganho repentino de força, apesar de ser clara a mudança em uma pessoa que normalmente poderia no máximo levantar poucas dezenas de quilos para de repente conseguir suportar centenas.
“O pico de adrenalina é muito conhecido em situações como essas, mas ninguém nunca a analisou com números”, conta Bob Girandola, cinesiologista (profisisonal da ciência que estuda os movimentos).
A grande barreira para se intensificarem estudos nessa área é que situações de vida ou morte não podem ser reproduzidas em laboratório. E quando surge uma – quando o filho fica preso embaixo de um carro – nenhum cientista está perto para tomar notas.
Apesar disso, os cientistas possuem uma compreensão bastante sólida de como o cérebro aciona os “músculos instantâneos”.
Picos de força sobre-humana aparentemente fazem parte da chamada “resposta de lutar ou fugir”. Quando confrontado com uma situação de vida ou morte (ou de “lutar ou fugir”), você precisa que todos os seus sentidos, reflexos e músculos executem o seu melhor, ou até mesmo supere o que você é normalmente capaz de fazer. E a evolução é a responsável por criar um mecanismo para assegurar que isso aconteça.
Girandola compara o desempenho do corpo humano com o tacômetro (ou conta-giros) – o indicador de velocidade no painel de um carro. “Sobre o conta-giros, há uma linha vermelha acima do qual o veículo não deve, normalmente, ir, porque isso estragaria o motor”, diz Girandola. “Conosco, também existe um tipo similar de pseudolimite que você normalmente não ultrapassa. Se você desrespeitá-lo, você pode quebrar seus ossos, romper seus músculos etc”.
No entanto, em momentos de estresse extremo ou perigo, a adrenalina, também conhecida como epinefrina, jorra de suas glândulas suprarrenais. “E é a adrenalina que pode fazer você ultrapassar a linha vermelha do conta-giros”, compara Girandola.
“É possível que durante situações de estresse extremo e perigo, a adrenalina nos permita desbloquear o potencial verdadeiro de um músculo que não seria alcançado de forma voluntária”, explica Gordon Lynch, fisiologista da Universidade de Melbourne, Austrália, que estuda a forma como hormônios influenciam no trabalho dos músculos.
A adrenalina convoca mais “unidades motoras” – os nervos e as fibras musculares que controlam os movimentos – do que aquelas que são normalmente utilizadas no dia a dia. “Em muitos casos, nós podemos passar nossa vida inteira sem nunca realmente recrutar todas as unidades motoras disponíveis, a menos que sejamos colocados em situações raras de ‘luta ou fuga’”, conta Lynch.
No cérebro, a adrenalina diminui o medo. “Você faz coisas que normalmente não faria parte porque você esquece o medo envolvido”, comenta Girandola. Os kamikazes, homens-bomba suicidas japoneses que lutaram na Segunda Guerra Mundial, tomavam anfetaminas, drogas que são quimicamente semelhante à adrenalina, a fim de perder o medo para executar suas missões fatais. Em suma, a adrenalina nos tolhe o receio para que possamos fazer o possível (e o impossível, se considerarmos Angela Cavello) para superar a situação complicada em que estamos.[LifesLittleMysteries]

Grifo meu:  Acredito que também nossa mente responde da mesma forma que nosso corpo, ou seja, em momentos de Stress, de necessidade,  utilizamos parte do nosso cerébro que desconhecemos que tínhamos (principalmente se estamos conectados com nosso corpo). 


Também, podemos aplicar isso nos objetivos que temos na vida! Se focarmos, se utilizarmos toda nossa energia focando num único objetivo, podemos atingi-lo com maior facilidade. Porém, esse foco sempre deve ser temporário, já que tudo na vida é questão de equilíbrio. Se colocamos energia por muito tempo em um único objetivo, acabamos atrapalhando outras áreas da vida.


PS: Como escrever é bom, refinamos nosso pensamento, quando organizamos nossas idéias para passar na escrita.


Moss Oliveira

quinta-feira, 16 de junho de 2011

TRANSFORMANDO AS RELAÇÕES VICIADAS EM RELAÇÕES ILUMINADAS

EM PRIMEIRO LUGAR, paramos de nos julgar, depois paramos de julgar o outro. O grande elemento catalisador para mudarmos um relacionamento é a completa aceitação do outro do jeito que ele é, sem querermos julgar ou modificar nada.
Isso nos leva imediatamente para além do ego. Nesse momento, todos os jogos mentais e toda a dependência viciada deixam de existir. Não existem mais vítima nem agressor, acusador nem acusado.
Esse é também o fim da dependência, da atração pelo padrão inconsciente do outro. Você, então, ou vai se afastar - com amor - ou penetrar cada vez mais fundo no Agora com o outro. É simples assim.
O amor é um estado do Ser. Não está do lado de fora, está bem lá dentro de nós. Não temos como perdê-lo e ele não consegue nos deixar. Não depende de um outro corpo, de nenhuma forma externa.
NA SERENIDADE DO ESTADO DE PRESENÇA, podemos sentir a nossa própria realidade sem forma e sem tempo, que é a vida não-manifesta que dá vitalidade à nossa forma física. Conseguimos, então, sentir essa mesma vida lá no fundo de outro ser humano, de cada criatura. Conseguimos enxergar além do véu opaco da forma e da desunião. Essa é a realização da unidade. Isso é amor.
Embora possa haver curtos lampejos, o amor não consegue florescer, a menos que estejamos permanentemente livres da identificação com a mente e que a presença seja bastante intensa para dissolver o sofrimento do corpo. Assim, o sofrimento não consegue nos dominar e destruir o amor.
Trecho do livro: Praticando o Poder do Agora, Eckhart Tolle

Meditação Anjos - brahma kumaris raja yoga - paz om shanti

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Realizando Pela Não-Ação




A água não se esforça para fluir; o sol não se esforça para brilhar; a árvore não se esforça para crescer; a Terra não se esforça para girar. A natureza flui, movimenta-se e transforma-se com o mínimo de esforço possível. Esta é a essência da criação.

O esforço é tensão. A ação quando feita desordenadamente, sem fluência e expansão, nada mais é que uma atitude inútil, cujos resultados sempre serão limitados. A ação deve ser feita apenas no momento mais adequado, nunca de forma leviana.

“O Homem Sagrado realiza a obra pela não-ação; E pratica o ensinamento através da não-palavra; Os dez mil seres fazem, mas não para se realizar; Iniciam a realização, mas não a possuem; Concluem a obra sem se apegar.”
Lao Tsé

A sociedade criou a segregação e com ela a competitividade. O confronto, a tensão e a superação tornaram-se o principal veículo do mundo moderno. O esforço é tido como uma qualidade de dignidade, de merecimento. Mas tal ideia não é apenas pueril, como também perniciosa.

O ser humano é escravo em seu próprio planeta. Aceitou a ideia de não-fluência como verdade cabal, e moldou seus pensamentos numa premissa dificultosa, medíocre e antinatural, acreditando que não pode haver sucesso ou felicidade sem esforço.

Todavia isso faz parte da engenharia social que está em vigor há muitas décadas, com o intuito de tornar o indivíduo cada vez mais dependente do sistema e, portanto, controlável e impotente.
As pessoas que mais trabalham no mundo, são as mais pobres. As pessoas que menos o fazem, são as mais ricas. Embora isso seja de conhecimento geral, ninguém questiona o porquê do consenso de que o sofrimento é essencial para que possa haver uma esperança de melhora e de sucesso. Não há questionamentos, apenas ações contra o fluxo da vida.

As religiões criaram o mito da pobreza como fator de bondade e salvação. Fizeram de seus seguidores literalmente escravos do sistema, como animais de carga sem vontade e poder de decisão. A abundância virou sinal de maldade e a miséria sinal de beatude.

Ansiedade e frustração são os principais combustíveis do indivíduo escravizado em silêncio. Ambas levam à tensão e por fim ao estresse.

A vida precisa fluir para que haja abundância, para que a paz possa ter uma chance de aquecer os corações dos homens. Criando uma barreira, represando essa fluência, a vida deixa de seguir naturalmente seu rumo.

O esforço é a resistência contra a natureza da existência. Portanto, é querer nadar em oposição à correnteza. Resistir é tensionar, é fazer com que não possa haver solução para os desígnios da vida, pois tudo a que se resiste, inevitavelmente persiste.

Não há desprendimento no esforço. Portanto, não há aceitação, não há espaço para a criação se fazer presente em nossas vidas. Do mesmo modo, o esforço sempre leva ao desejo apegado, que quando findado leva ao sofrimento. Assim sendo, o esforço é sofrimento. É uma atitude antinatural.
A vida e o poder criativo só podem se expressar quando há a total aceitação e o desprendimento. Não há como experenciar a vida numa abordagem sofrível. Viver é a tudo ser, a tudo poder, a tudo amar. Não pode existir amor no sofrimento.
A realidade trava quando a mente tensiona, portanto a vida deixa de estar presente quando o esforço assume as rédeas, restando apenas o existir. Viver não é existir, viver é experenciar. Mas para isso é necessário total desprendimento, total aceitação, total apreciação.
O esforço é inimigo da apreciação, da aceitação e do desprendimento. O esforço é inimigo da própria vida, pois não faz parte da natureza, não faz parte da criação. Sua existência apenas se dá na mente física humana. O esforço é puramente egóico.
E como um componente existencial egóico, ele está presente nos principais vícios do Ego. Há o esforço para ter razão, para discutir, para competir, para ganhar, para não perder.
Há o esforço para ganhar dinheiro, para arrumar um emprego, para manter o mesmo, para pagar as contas, para comprar uma casa, para sustentar a família, para conseguir se aposentar, etc...

Há o esforço para arrumar um parceiro, para fazer sexo, para satisfazer a outra pessoa, para satisfazer a si mesmo, para não ficar sozinho, para não ser rejeitado, etc. Há o esforço para manter a forma, para manter a beleza, para manter a saúde e etc...

Há o esforço para buscar a felicidade, para buscar a satisfação, para buscar a segurança, para buscar a paz interior...
Tudo aquilo que gira em torno do ego comporta o esforço.
Não há de se ter esforço, há de se ter consciência e atenção. Quando uma ação é necessária, devemos agir. Todavia, a humanidade age desenfreadamente, principalmente quando não há a necessidade. Há o movimento inútil da coletividade, que apenas corre em círculos e não evolui. A evolução não está fundamentada na ação, mas na transformação silenciosa e intrínseca. Agir de maneira eficaz é agir no momento certo e quando for indispensável uma ação.
Nossas buscas pessoais precisam ser melhor compreendidas e melhor formatadas para se adequarem ao fluxo da vida. Querer realizar algo não significa fazer tudo o que for possível para isso, mas sim fazer o que é mais eficaz para tanto.

A maioria das pessoas sai em todos os tipos de buscas mirabolantes para encontrar a felicidade, crendo que é preciso realizar um número infindável de coisas para que ela, a felicidade, finalmente apareça no horizonte.

Mas a felicidade não é um lugar, não é um objeto, não é uma pessoa, não é o resultado de uma busca. 
A felicidade é um estado de consciência. Não está na realização, não está na conquista, não está na troca. A felicidade basta a si mesma. Ela é o ponto máximo da não-ação.
A felicidade é o estado em que nada é o causador dela. Ou seja, sempre que houver uma causa para a felicidade, é porque não se trata realmente de felicidade, mas sim de satisfação.
Pois a felicidade não depende de nada, ela não tem existência condicional. Ela existe agora no coração de cada indivíduo neste planeta. Mas não pode manifestar-se enquanto a pessoa não buscar seu próprio centro e deixar que a vida flua, em total aceitação e desprendimento.
Marcos Keld

OSHO: Strange Consequences

sábado, 11 de junho de 2011

E. COLI E A TENTATIVA DE DOMÍNIO PELO MEDO

Texto com colaboração de Cristina Francez

Situações como essa da super bactéria E. Coli geneticamente transformada atualmente em destaque na Europa servem como vitrine para mostrar que o problema da escravidão humana é resultado da educação em vigor, em quase todo planeta; em close, principalmente no mundo dos que se acham civilizados.
A cultura que acha que civiliza é baseada na tentativa, dos que pensam mais, de controlar através do medo, mentira, suborno e chantagem os mais preguiçosos de raciocinar.
Medo:
Desde os primórdios da civilização, tentamos dominar os outros infundindo nas mentes “fracas” o medo; inimigo do verdadeiro progresso humano.
De forma descuidada trabalhamos a favor das mentes sombrias, ao causarmos medo nas crianças para que nos obedeçam. Medo de escuro, de médico, de injeção, do bicho papão... As letras das músicas infantis são tenebrosas. Embora algumas crianças a duras penas consigam superar o medo, mesmo assim essa impressão, marcada em sua infância, poderá tornar-se um entrave em sua vida e limitar-lhes o futuro, impedindo que vivam experiências e realizações dignas de um ser humano – as pessoas com coragem de pensar sempre foram um estorvo para a sociedade dos normais.
Cultura da mentira:
Certas condutas são tão repetitivas que assumem ares de normalidade. Fomos treinados para pensar uma coisa e dizer ou fazer outra. A automatização dessa atitude nos leva, sem pestanejar, a faltar com a verdade e correr o risco de não mais distinguir entre o que é verdade e o que é mentira. A cultura da mentira detona com o senso de honestidade das pessoas desde tenra idade. Para a maioria normal, camuflar desejos ou intenções é um fato corriqueiro. Até os vícios e os excessos que cometemos é falta de honestidade íntima.
Tentativa de controle:
Mesmo nas chamadas sociedades mais “civilizadas” as pessoas ainda confundem liderança com controle. Os líderes de fato são raros. Os líderes forjados usam a posição para tentar controlar os demais e exercer sua influência para levar vantagens; e nessa tentativa costumam ser: tiranos agressivos, cruéis.
Manipular para controlar:
Aquele que manipula alguém; usa de artifícios para explorar a falta de soberania emocional alheia. Essa tendência pode ser inata e reativada pela convivência com adultos que agem dessa forma; ou fruto de aprendizado nas escolas da vida.
O “manipulador civilizado” age com consciência das fraquezas alheias.
Chantagem:
A diferença dela para a manipulação está na ameaça implícita ou explícita que carrega consigo. Exemplo de manipulação: pedimos ao nosso filho que vá à padaria comprar pão e o gratificamos com o troco da transação.
A atitude de premiar a criança por tarefa executada é um tipo de manipulação. Se, para comprar o sorvete, a criança recebe como condição trazer o pão, é chantagem.
A tentativa de controlar ou de manipular não raro termina em chantagem com danosas conseqüências para todos os envolvidos.
Perda de autoridade moral dos dirigentes:
A perda de autoridade é uma ocorrência globalizada. É fruto do sistema em que vivemos e da sucessão de descuidos na relação entre pais, filhos, educandos, educadores, cidadãos, autoridades, juízes. Para começo de conversa, é preciso entender que autoridade não se delega nem se impõe: é uma conquista moral.
É possível traçar um paralelo entre a educação em família, crianças, adultos pouco maduros, sistemas de governo, nações.
Uma das armas mais letais para a sanidade do planeta e a libertação das pessoas tem sido o medo. As técnicas usadas pelos que estão em tentativa de controle alimentam a violência; pois, angústia e medo tornam as pessoas de qualquer idade, agressivas como mecanismo de defesa.
O sistema torna crianças, jovens e adultos pouco conscientes, mais angustiados a cada dia, com medo de tudo, como de não darem conta de viver conforme o que se espera deles, não possuírem isto ou aquilo. As más-criações e a agressividade de muitas crianças (os agentes do terror se assemelham a elas) decorrem apenas de uma reação defensiva diante da autoridade imposta pelo medo, o que faz com que percam o senso de seus limites. Mas, não interessa para os que tentam manter o comando; compreender que: obtida pelo poder da força, a autoridade não se sustenta por muito tempo.
A pseudo/elite de liderança: científica, social, institucional; demora a perceber que, embora formatada por pessoas inteligentes - as criaturas que as mantém são atordoadas e desorientadas, mentirosas - e que o uso da chantagem as faz perder a autoridade que imaginavam possuir – não é á toa que o sistema está ruindo.
Pensamento mágico:
No período da infância somos incentivados a brincar de "faz-de-conta". Na idade adulta, inconscientemente, queremos continuar a brincar com os outros, "fazendo de conta" isto ou aquilo. Causamos dissabores e prejuízos – e teimamos em ignorar os resultados negativos das nossas ações, preferindo viver no mundo da fantasia, onde a realidade é fruto da nossa vontade.
Lógico que os reflexos disso desaguariam na vida em sociedade.
As desigualdades, os preconceitos e todos os tipos de exclusão do indivíduo da sociedade são indutores de agressividade e violência.
O treino para competir e ser mais e melhor do que o outro faz com que a criança se desenvolva pensando estar num palco de guerra; no qual quase todos são inimigos, até os irmãos. A fome e a necessidade de sobreviver ou o desejo de usufruir da ostentação da sociedade tornam os violentos e agressivos natos em verdadeiras máquinas de matar ambulantes – ás vezes, sofisticados, cruéis como os dirigentes de grandes instituições, governos, empresas da civilização atual.
Matar o outro de fome, de raiva, de medo, de angústia, de inveja é mais top model do que matar de verdade com tiros e facadas.
A mídia a serviço dos que propagam o medo:
Políticas e técnicas subliminares de propaganda e marketing baseada em conteúdo camuflado ou explícito de agressividade, erotismo e violência, em especial as que se direcionam para o publico infantil e de analfabetos funcionais, causam um estrago individual e social digno de nota, sofisticada.
As notícias diárias de desmandos, injustiças, crimes, violência e agressividade ocupam a maior parte do tempo e do espaço dos jornais, rádios e televisão; mas vão perder um pouco de espaço para a violência subliminar das doenças causadas pela guerra de interesses onde as bactérias e os vírus vão substituir as bombas que destroem o meio ambiente. Afinal na visão destas crias da atual civilização, o problema são os seres inferiores, quase seres humanos que pensam pouco e nada produzem de construtivo e inovador.
Na cabeça dos novos senhores ou dos velhos de retorno: a guerra bacteriológica é acima de tudo ecológica ao eliminar o grande adversário do equilíbrio no planeta: os seres que se imaginam humanos – as cobaias.
As suspeitas a respeito da origem infeção pela E. Colli geneticamente modificada são consistentes até para os leigos que ousam pensar um pouco – muitas teorias são levantadas com relação aos motivos que levariam os dirigentes de instituições e nações a proceder dessa forma; infundindo o medo, quase terror nas pessoas comuns – usando o espanto de uma epidemia e da morte.
Vender vacinas e remédios?
Há uma nova droga no forno pronta para ser colocada nas prateleiras? É uma guerra de interesses comerciais?
Controlar a produção de alimentos e remédios?
Aumentar o medo e com isso manter o poder dos gênios sobre as pessoas comuns?
Parece que a superbactéria tupiniquim “miou” e sumiu da mídia.
Assim como foi com a H1N1 ficará a dúvida sobre a verdade – porém um detalhe importante: as pessoas estão ficando vacinadas contra epidemias virtuais – a vacina é o raciocínio crítico.
Mas que muita gente vai ficar apavorada e morrer de medo ou com a ajuda dele; isso será real - para dar um gás nesse evento, para sorte deles e azar das pessoas comuns, parece estar em andamento um novo ciclo de rotavírus temporão; daí só falta algum gaiato levantar a possibilidade da E. Colli transgênica já andar por aqui; e será um deus nos acuda para muitos. Os mais afetados serão os da terceira idade em diante, aposentados improdutivos, que são campeões em audiência e alimentadores das epidemias geradas e mantidas pela mídia. Mas, claro que é preciso conservá-los - eles não podem ir embora logo; pois são eles que mantêm o poder financeiro da indústria química e farmacêutica...
Vida complicada a dos que se imaginam senhores da vida e da morte nestas bandas do universo. Administrar isso não é fácil.
Melhor entregar nas mãos de Deus como fazem os “crentes”.
Como há males que vem para bem:
Como nem tudo é perfeito; talvez um dos efeitos colaterais que não fazia parte dos planos dos criadores desses processos de auxílio ao Criador seja: vão sobrar apenas os seres pensantes.
Diarréia mental, emocional?
Enfim uma guerra ecologicamente correta?
Será que isso é Divino?
Deus escreve certo por linhas tortas?
O último faça o favor de dar a descarga...
Amém.
Américo Canhoto

sexta-feira, 10 de junho de 2011

1/5 - Teoria "M" (Multiverso) da Física - (Legendado, Traduzido, Portugu...

"Desapego"

Texto com colaboração de Silvio Salzedas


"Somos como as folhas de uma grande árvore. Quando o vento passa, nos leva
para onde a força da vida indicar.
 
Todos São espíritos.
 
Todos são imortais.
 
Nós não temos cor, não temos raça nem bandeira que limite a nossa ação.
 
Às vezes é preciso que o vento nos leve até determinado lugar para aí
desempenharmos uma tarefa. A gente se esconde num corpo quente,
num coração amoroso e então renasce vestido de carne, com roupa
branca ou preta, ou amarela; bonita ou feia. Quando chega a hora
e o vento sopra novamente, partimos, deixamos a roupa usada e
rumamos para onde a vida nos conduzir, para viver outra
experiência.
 
Por isso é que devemos nos desapegar das coisas do mundo,
mesmo daquelas que são boas. Estamos de passagem.
Somos todos peregrinos, romeiros da vida.
 
Em nossa viagem pelo mundo só possuímos, na verdade,
aquilo que doamos, que oferecemos à vida: o amor, as virtudes,
o bom caráter. As outras coisas são muletas que usamos
para ajudar na caminhada; assim que aprendermos a andar direito,
com a cabeça erguida diante da vida, deixaremos tudo de lado para
partir rumo a novo aprendizado. Ficará para trás tudo aquilo que
nos prende ao chão, à retaguarda.
 
É preciso se desapegar do mundo. Usar as coisas que estão no
mundo sem se submeter a elas. Essa, a verdadeira essência da sabedoria.
 
Somos todos imortais, espíritos, filhos da vida, de Deus.
Coisas passageiras não fazem parte do que é eterno, e o que é eterno
não pode ficar preso àquilo que é passageiro."
ps.: Trechos extraídos do livro: "Sabedoria de Preto Velho",  autor: Robson Pinheiro/Pai João de Aruanda, Casa dos Espíritos Editora.